ESPORTE

CBF estuda medida radical para os campeonatos estaduais de 2020

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Diante desse quadro é inconcebível os campeonatos de futebol continuarem.

Mato Grosso do Sul, Amapá, Paraíba, Roraima, Mato Grosso, Pará e Tocantins insistem e querem seguir jogando, mesmo com os portões fechados.

Mas o presidente da CBF, Rogério Caboclo, está sendo muito pressionado. O Ministério da Saúde quer que o futebol seja suspenso como um todo no país.

Os jogadores estão dando exemplo absurdo nos gramados. Tendo todo tipo de contato físico.

As vidas dos atletas, árbitros, jornalistas e funcionários dos estádios estão expostas.

Os atletas estão com medo.

Mas são obrigados por seus clubes a atuarem.

Os atletas não têm proteção efetiva de nenhum sindicato nesses estados.

Nem um órgão representativo de jogadores se manifesta.

Eles estão entregues à própria sorte.

Caboclo já percebeu a gravidade da situação.

E a falta total de bom senso dos presidentes destas sete federações.

Mas compreensível.

A pressão não é dos times ‘grandes’, já que não haverá definição de títulos.

Mas dos pequenos.

Mato Grosso do Sul, Amapá, Paraíba, Roraima, Mato Grosso, Pará e Tocantins são da situação, sete votos importantes na eleição para a presidência da CBF.

Caboclo está estudando com o secretário-geral, Walter Feldman, a possibilidade de tomar uma atitude radical.

Em relação aos Estaduais de todo o país.

Eles já se convenceram que, se a crise do coronavírus levar mais duas, três semanas, não haverá como seguir com as competições.

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Pela grande maioria dos clubes pequenos dos estados serem ‘de aluguel’.

Ou seja, montados por prefeituras e empresários, para ter a duração de enquanto os Estaduais durarem, ou seja, três meses.

Com a extensão dos torneios, milhares de contratos teriam de ser renovados.

Não há dinheiro.

Além disso, o calendário brasileiro ficaria ‘estrangulado’ de vez.

De nada adianta avisar que o futebol deste país iria até o dia 28 de dezembro.

A primeira ideia é radical.

Extraordinária.

Tornar os Estaduais de 2020 nulos.

Como se os jogos não tivessem acontecidos.

Seria uma maneira racional.

Para retomar o futebol, se tudo der certo, no final de abril, ou até maio, com a Copa do Brasil e Brasileiro.

Com a liberação da volta do público.

A CBF estuda se a medida extraordinária é legal.

Já que seria inédita nacionalmente.

É ruim.

Mas é o caminho mais racional.

Mixto
O futebol jamais enfrentou uma pandemia.

Não pode ficar à mercê de irresponsáveis.

Vidas estão expostas com jogo inúteis.

Caboclo tem a chance de entrar para a história.

Como dirigente firme, efetivo.

Ou como um omisso.

Porque se qualquer jogador, dos campeonatos no Mato Grosso do Sul, Amapá, Paraíba, Roraima, Mato Grosso, Pará e Tocantins, que se infectar pelo coronavírus poderá processar seu clube, sua federação.

E a CBF.

Pela obrigação de entrar em campo.

Caboclo que pense bem como agir…

r7.com

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