O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e o Corpo de Bombeiros não devem ser acionados para casos suspeitos de Covid-19, doença causada pelo novo coronavírus, com sintomas leves. A Secretaria de Estado da Saúde (SES) disponibiliza telefones exclusivos para atender suspeitas de Covid-19.

Para as pessoas com tosse, coriza, espirros, febre e leve indisposição para as atividades de rotina, a recomendação é que elas devem permanecer em casa, até a melhora do quadro clínico (máximo de 14 dias), podendo utilizar-se dos telefones disponibilizados para obterem informações adicionais. Os números são: 99146-9790/99146-9250/99147-0810.

“A SES reforça que o hospital deve ser buscado apenas nos casos em que pacientes apresentem sintomas graves como falta de ar e febre persistente por três dias”, disse a Secretaria, que vem repetindo essa informação constantemente para que a população se mantenha alerta quanto ao que fazer caso precise de ajuda.

Para se prevenir contra a doença, algumas atitudes precisam ser tomadas:

Lacen-PB não é posto de coleta

Conforme a SES, o Labortário Central (Lacen-PB) não é posto de coleta, ele apenas analisa as amostras que são coletadas em pacientes com sintomas graves, atendidos na rede de saúde do estado.

Onde ter atendimento na Paraíba

A recomendação da Secretaria Estadual de Saúde (SES), em casos suspeitos da doença, com agravamento de sintomas, é que os pacientes se dirijam a qualquer unidade de saúde do estado, mas se houver confirmação da doença Covid-19, em João Pessoa, o Hospital de Doenças Infecto-Contagiosas Clementino Fraga e o Hospital Universitário Lauro Wanderley são especializados. Já em Campina Grande, o Hospital Dom Pedro I estará recebendo essas demandas, além de Unidades de Pronto Atendimento (UPAs).

Segundo a Secretaria de Saúde da Paraíba, o estado tem 205 hospitais, públicos e privados, com mais de 8 mil leitos instalados, além dos 600 de UTIs. Mais de 6 mil leitos são do SUS.

A SES trabalha em um plano de contingência organizado em oito ondas, cada uma com 30 leitos de isolamento e 10 de UTI. À medida que forem surgindo novos casos, esse número vai aumentando. “Lembramos que pacientes com coronavírus precisam ser tratados em centros de referência, mas afirmamos que todas as unidades hospitalares estão preparadas para receber pacientes”, disse o secretário de Saúde da Paraíba, Geraldo Medeiros.

Portal Correio

O influenciador digital Larz anunciou nesta quarta-feira (25), no Twitter, que foi hospitalizado com Covid-19 após divulgar no TikTok um vídeo, há cinco dias, em que aparecia lambendo um vaso sanitário. A decisão anti-higiênica — e que contraria todos as orientações de médicos não apenas durante a pandemia de coronavírus — foi parte do Coronavirus Challenge (Desafio do Coronavírus), em que usuários de redes sociais se filmaram lambendo vasos sanitários.

“Meu teste para coronavírus deu positivo”, disse Larz noTwitter — onde teve sua conta suspensa. Ele também registrou o momento em que lambia um pote de sorvete no mercado, neste caso no ano passado, gerando indignação. Outra blogueira famosa nos EUA, Ava Louise, também passou a língua em um vaso sanitário de um avião, recebendo duras críticas.

Em todo o mundo autoridades de saúde vêm enfatizando a importância de manter bons hábitos de higiene para evitar a contaminação com coronavírus e propagação da Covid-19.

ClickPB

A Prefeitura Municipal de João Pessoa (PMJP) está dando continuidade, nesta quarta-feira (25), ao trabalho de higienização dos mercados públicos da Capital. O serviço, coordenado pela Secretaria de Desenvolvimento Urbano (Sedurb), Centro de Vigilância Ambiental e Zoonoses (CVAZ), Defesa Civil, Vigilância Sanitária e a Autarquia Especial Municipal de Limpeza Urbana (Emlur), foi realizado nos Mercados Central, da Torre, de Mangabeira e de Oitizeiro. Ainda nesta quarta o Mercado do Bairro dos Estados também será higienizado.

O serviço faz parte do esquema de prevenção e combate a Covid-19 e iniciou nesta terça-feira e vai abranger todos os 18 mercados públicos e espaços destinados à realização de feiras na cidade. O trabalho começou pela Feira de Jaguaribe. “Nesse momento, em que a população só deve sair de casa em casos de extrema necessidade, nos preocupamos com a higienização desses espaços, uma vez que a população precisa estar abastecida de alimentos”, explicou Zennedy Bezerra, secretário de Desenvolvimento Urbano.

Cronograma – O serviço está seguindo um cronograma elaborado pelas secretarias envolvidas. Segundo o esquema, nesta quinta-feira (26) serão higienizados os mercados do Bessa, Cruz das Armas e Rangel. “Trata-se de um esforço coletivo para garantir a salubridade desses ambientes. No cenário atual, a nossa prioridade é garantir a saúde dos moradores”, explicou Noé Estrela, coordenador da Defesa Civil.

Funcionamento – A Sedurb, pasta responsável pela administração dos mercados, também está disciplinando o horário de funcionamento desses locais. A Feira de Jaguaribe, que tradicionalmente acontece às quartas-feiras, passa a acontecer a cada 15 dias, durante o período de quarentena. No Mercado de Mangabeira, o funcionamento acontece até às 13h30 e o Mercado da Torre até às 16h.  Lembrando que só estará funcionando o setor de frutas e verduras, demais pavimentos tiveram os serviços suspensos. Já a Central de Comercialização da Agricultura Familiar (Cecaf), no José Américo, permanece fechada.

“Lembrando que só estão funcionando os pavimentos de frutas e verduras, demais áreas dos mercados tiveram as atividades suspensas. A Cecaf está fechada porque recebe agricultores de mais de 120 municípios do estado. Neste momento, achamos por bem suspender o funcionamento como medida de prevenção contra o novo coronavírus”, reiterou Zennedy.

SECOM

O grupo de reeducandas da Penitenciária Feminina Maria Júlia Maranhão, em João Pessoa, começou a produção de máscaras cirúrgicas nesta terça-feira (24). O equipamento de proteção individual será distribuído para policiais penais e equipes de saúde em todo o sistema penitenciário da Paraíba.

São 79 unidades prisionais, incluindo Penitenciárias e Cadeias Públicas, bem como profissionais da Secretaria de Estado da Saúde.

A ação está incluída nas medidas de proteção e prevenção ao contágio pelo novo coronavírus (Covid-19) adotadas pela Secretaria de Estado da Administração Penitenciária (Seap), atendendo as determinações do Governo do Estado e das autoridades sanitárias.

“Devido a essa crise do coronavírus e, consequentemente, a aquisição de EPI, sobretudo máscaras cirúrgicas, fizemos uma aquisição de TNT  polipropileno, material utilizado para confecção de máscaras cirúrgicas, e desativamos temporariamente a oficina Castelo de Bonecas e por tempo indeterminado vamos produzir as citadas máscaras. Realizamos uma higienização no ambiente e todas as máscaras serão esterilizadas nos aparelhos de autoclave dos consultórios odontológicos das unidades que no momento estão com as atividades suspensas, ou seja, iremos deslocar esses aparelhos para a unidade feminina”, explicou o secretário de Administração Penitenciária, Sérgio Fonseca.

O secretário ressaltou que o Sistema Penitenciário da Paraíba é um dos pioneiros na iniciativa de confeccionar as máscaras e propés (sapatilha descartável). “Diversos Estados do país estão buscando mais detalhes para iniciar suas produções locais para a fabricação das máscaras”, observou, adiantando que foi estabelecido um cronograma de embalagem e distribuição das máscaras para que o equipamento de proteção individual (EPI) chegue a todas as unidades prisionais. Em breve, a produção será estendida para as penitenciárias femininas de Campina Grande, Patos e Cajazeiras.

A confecção das máscaras em polipropileno segue os padrões estabelecidos pela Resolução de Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância Nacional (Anvisa) – RDC nº 356/2020, publicada no Diário Oficial da União, nesta terça-feira (24), em virtude da emergência de saúde pública internacional relacionada ao Sars-CoV-2.

O gerente executivo da Ressocialização e idealizador do projeto, João Sitônio Rosas Neto, destacou que as reeducandas que estão confeccionando as máscaras receberam treinamento prévio e toda produção segue um rígido controle de qualidade. Elas usam touca, máscara e propé, além de obedecer a uma série de procedimentos relacionados à higienização das mãos durante o processo de fabricação das máscaras.

“Nós oportunizamos uma capacitação para que elas pudessem iniciar o processo produtivo de confecção das máscaras de proteção e propés, bem como implantamos diversos POPs – Procedimentos Operacionais Padronizados, visando trazer mais segurança ao processo de confecção, através da realização do correto processo de limpeza e higienização do local de trabalho, insumos produtivos, maquinário e utensílios. As máscaras são confeccionadas em polipropileno (TNT), possuem três camadas para a proteção adequada a quem fizer uso delas, tudo em consonância com as normas estabelecidas pela RDC 356, da Anvisa”, pontuou João Rosas, adiantando que  pelo trabalho as reeducandas farão jus à remição de parte de suas penas em consonância com a Lei 7.210/84 (Lei de Execução Penal).

Cinthya Almeida, diretora da Penitenciária Feminina “Maria Júlia Maranhão”, unidade de referência feminina em ressocialização no Estado da Paraíba e pioneira na produção das máscaras, informou que a produção ocorrerá de segunda a sábado e já no primeiro dia centenas de máscaras foram produzidas.

“As reeducandas que estão confeccionando as máscaras já trabalham no Projeto Castelo de Bonecas e com os conhecimentos adquiridos, somados à capacitação que receberam, poderão contribuir sobremaneira para o atendimento das demandas da Seap e de outros segmentos. O empenho delas e de todos nós é fundamental nesse momento atípico que estamos vivendo. A Paraíba e o nosso país vencerão esse vírus e temos muito orgulho em poder contribuir para a prevenção dos policiais penais, profissionais de saúde em nosso estado, reeducandos e reeducandas e toda a sociedade”, ressaltou.

ClickPB

Com as pessoas seguindo recomendações para ficar em casa para se proteger do novo coronavírus, o aumento dos pedidos de comida e produtos pela internet era um movimento natural. No entanto, muitos ainda têm dúvidas sobre a transmissão do vírus nesses itens entregues em casa. Felizmente, ao que parece, não há muitos riscos – desde que as medidas corretas sejam tomadas.

No caso dos alimentos entregues, não há evidências de que o vírus possa ser transmitido através deles ou de suas embalagens – mesmo assim, a higienização do pacote recebido é recomendada.

Essa preocupação é menor ainda se o alimento for cozido de alguma forma. Se o pedido é de algo frio, como uma salada, por exemplo, pode haver algum risco se a refeição tiver contato com alguém infectado. Mas, se os alimentos são manuseados adequadamente, e seguindo padrões de higiene impostos por órgãos reguladores, deve haver pouca chance de ocorrer algum problema.

A maior preocupação, no entanto, é a transmissão da doença do entregador para o cliente, ou vice-versa, por conta do contato direto realizado no momento da entrega. Para tentar minimizar esses problemas, apps como o iFood disponibilizaram uma opção de entrega “Sem contato”, o que, em teoria, diminui os riscos de infecção.

Outra opção que pode ser usada na entrega é combinar um local para o entregador deixar a comida. Isso é possível graças aos campos de “instrução de entrega”, normalmente disponibilizados por aplicativos desse tipo.

Estudos recentes apontam que é tecnicamente possível que um pacote entrega pelo correio chegue contaminado após passar por algum lugar com a presença do vírus. No entanto, dependendo do material, o tempo em que ele permanece vivo pode variar.

Um artigo, publicado pela revista New England Journal of Medicine, descobriu que o vírus pode sobreviver por até quatro horas em superfícies de cobre, e 24 horas em papelão. No caso de plástico e aço inoxidável, esse tempo é maior e pode ser de até 72 horas.

Por esse motivo, tanto em entregas de comida, quanto de itens pelo correio, autoridades de saúde do mundo todo recomendam que as pessoas lavem a mão após manusear os produtos. Além de, obviamente, evitar levar as mãos aos olhos, boca e nariz antes de lavá-las.

Antes da epidemia, algumas pessoas eram relutantes em emprestar seus smartphones para outras por diversas razões. Agora, essa preocupação deve ser ainda maior. Isso porque falar ao telefone gera gotículas invisíveis de saliva no ar que, se vindas de uma pessoa infectada, pode não só contaminar o aparelho, mas também o ambiente.

Uma pessoa infectada pode pulverizar no ar gotículas contaminadas enquanto faz uma ligação. Além disso, devido ao material de composição de alguns aparelhos atuais – o plástico – como vimos logo acima, o vírus pode sobreviver por até 72 horas.

Se uma pessoa infectada entrega o telefone para outra, a doença pode ser transferida para as pontas dos dedos do indivíduo que recebeu o aparelho. Se ele, em um momento de distração, tocar a boca, olhos ou nariz, pode contrair a doença.

Fezes também transmitem

O fator de transmissão do novo coronavírus também pode ser realizado de maneira oral-fecal. Esse é um tipo de doença que pode ser detectada facilmente nas fezes, o que significa que esse pode se tornar mais um fator de contágio.

Isso significa que, por exemplo, pequenas partículas de fezes que ficam no ar após uma descarga podem se depositar em escovas de dente, celulares levados ao banheiro ou superfícies/ alimentos que estiverem em uma sala próxima. Por esse motivo, a lavagem de mãos é crucial para evitar o contágio, além de alguns pequenos cuidados com o uso de locais compartilhados, como banheiros.

Como citado várias vezes, lavar as mãos com frequência e reduzir a distância de pessoas ao andar na rua estão entre as principais recomendações. Mas, além disso, vale destacar a ideia de manter seu celular apenas para você e limpá-los com frequência usando álcool 70% – obviamente ele deve estar desligado e fora da tomada.

Em entregas gerais, tente manter certa distância do entregador. Muitos deles já renunciaram do sistema de assinatura para confirmar a entrega, o que significa que não será necessário tocar em um dispositivo ou caneta que muitos outros já manipularam.

Por fim, pode-se limpar muito bem o pacote recebido antes de abri-lo e lavar as mãos de forma correta, respeitando a regra dos 20 segundos, depois de descartar a embalagem do produto.

Via: Cnet/ Science Alert

O prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo, utilizou as redes sociais, nesta quarta-feira (25), para informar que as medidas de restrição adotadas na capital paraibana estão mantidas, seguindo a ciência, a Organização Mundial de Saúde (OMS), além da experiência de outros países no enfrentamento à pandemia.

O comentário veio após o pronunciamento do presidente Jair Bolsonaro, na noite dessa terça-feira (24), que disse que as pessoas deveriam voltar a normalidade, abandonando o isolamento social proposto nos últimos dias.

“O grave momento que o Brasil atravessa pede serenidade e trabalho conjunto, principalmente dos seus gestores. O que realmente importa, agora, é salvar vidas”, escreveu.

O gestor disse ainda que “não pode haver espaço para divisões de qualquer ordem, pois há um protocolo internacional de prevenção a cumprir” e reforçou que “o combate ao novo Coronavírus deve ser missão prioritária, porque a vida vem primeiro”.

O prefeito também indicou que irá continuar a reforçando a rede de saúde e as ações de assistência e proteção social. “Nesta situação de ameaça crescente, a luta primordial é pela vida, construindo gradualmente a superação do quadro crítico e o caminho de recuperação a trilhar, posteriormente”, pontuou, assinando com hashtag #ficaemcasa.

ClickPB

Uma jovem de 23 anos despencou do 1º andar do prédio onde mora em Santos, no litoral de São Paulo, ao tentar sair do imóvel pela janela. De acordo com informações da polícia, divulgadas nesta quarta-feira (25), ela tentou fugir após o marido, por conta da orientação de isolamento social, não deixa-la sair para visitar a mãe.

A região está em quarentena e o município pede que moradores fiquem em casa para tentar conter a disseminação do novo coronavírus.

De acordo com a Polícia Militar, o incidente aconteceu na Avenida Dr. Pedro Lessa, no bairro Embaré. A jovem queria sair de casa para visitar a mãe, mas o marido não queria deixar por risco de contaminação por coronavírus. Com isso, ela tentou pular pela janela. A mulher caiu ao pisar em uma telha, que não suportou o peso e quebrou.

“Nós estamos em período de isolamento e ela queria sair de casa para visitar a mãe. Estava nervosa com a situação. Ele disse que não, que não era adequado, houve um conflito entre os dois e ela teria tentado sair pela janela. O casal mora no 1º andar e, ao sair, ela acabou caindo. Teve algumas escoriações”, explicou ao G1 a delegada da Delegacia de Defesa da Mulher de Santos (DDM), Karla Cristina Martins Pereira.

Ainda segundo a delegada, o marido, para tentar ajudar a mulher, também saiu pela janela e acabou se machucando. Os dois tiveram escoriações leves e foram encaminhados para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA). Assim que liberados, eles deverão prestar depoimento da DDM da cidade, onde o caso será investigado.

Coronavírus na Baixada Santista
A Baixada Santista soma mais de 500 casos suspeitos e cinco aguardam resultado da contraprova feita pelo Instituto Adolfo Lutz (IAL). Além disso, quatro pessoas que morreram na região estavam ente os pacientes com suspeita da doença. Todas as mortes estão sendo investigadas por equipes das vigilâncias epidemiológicas das cidades, que aguardam o resultado dos exames enviados ao IAL.

Na região, os shoppings, academias, comércios de rua, hotéis, bares e restaurantes estão fechados. A medida é para conter o avanço da Covid-19 e manter as pessoas em casa. Os acessos a algumas cidades também estão bloqueados para turistas e a faixa de areia das praias está com restrição.

ClickPB

Até a manhã desta quarta-feira (25), o Estado da Paraíba confirmou três casos de coronavírus após o resultado de exames. O diagnóstico preocupa devido à possibilidade de disseminação da doença.

No entanto, as perspectivas são animadoras. O secretário de Saúde da Paraíba, Geraldo Medeiros, revelou em entrevista exclusiva ao ClickPB, que todos os casos diagnosticados na Paraíba já foram curados.

“Nós temos três casos confirmados no Estado da Paraíba. Todos eles foram tratados em casa e já terminaram o seu período de isolamento domiciliar e estão curados”, ressaltou o secretário.

 

Coronavírus na Paraíba

O primeiro caso de coronavírus na Paraíba foi confirmado no dia 18 de março. O homem, de 60 anos de idade, mora em João Pessoa e viajou à Europa, tendo retornado ao Brasil no dia 29 de fevereiro.

O segundo caso de coronavírus foi confirmado em 23 de março. O homem, também com 60 anos de idade, mora na cidade de Igaracy, no Sertão do Estado e tem histórico de viagem para São Paulo. Ele retornou à Paraíba e no dia 14 de março procurou atendimento médico após sentir os sintomas.

O caso mais recente, o terceiro confirmado pela Paraíba, é de uma mulher com 31 anos de idade e histórico de viagem para São Paulo. Ela reside em João Pessoa e teria voltado para a capital do estado no dia 14 de março. Após sentir os sintomas de coronavírus, procurou a Secretaria de Estado da Saúde através do Plantão de Dúvidas e foi feita a coleta.

ClickPB

Contrariando tudo o que especialistas e autoridades sanitárias do país e do mundo inteiro vêm pregando como forma de evitar que o novo coronavírus se espalhe, o presidente Jair Bolsonaro criticou, em pronunciamento na noite desta terça-feira (24) em rede nacional de televisão, o pedido para que todas aqueles que possam fiquem em casa.

Bolsonaro culpou os meios de comunicação por espalharem, segundo ele, uma sensação de “pavor”. E disse que, se contrair o vírus, não pegará mais do que uma “gripezinha”.

Consultado, o Ministério da Saúde informou que não vai se posicionar sobre o pronunciamento do presidente.

“O vírus chegou, está sendo enfrentado por nós e brevemente passará. Nossa vida tem que continuar. Os empregos devem ser mantidos. O sustento das famílias deve ser preservado. Devemos sim voltar à normalidade. Algumas poucas autoridades estaduais e municipais devem abandonar o conceito de terra arrasada, a proibição de transportes, o fechamento de comércios e o confinamento em massa. O que se passa no mundo tem mostrado que o grupo de risco é o das pessoas acima dos 60 anos. Por que fechar escolas?”, declarou.

Segundo o presidente, “raros são os casos fatais de pessoas sãs com menos de 40 anos de idade. 90% de nós não teremos qualquer manifestação caso se contamine. Devemos sim é ter extrema preocupação em não transmitir o vírus para os outros, em especial aos nosso queridos pais e avós, respeitando as orientações do Ministério da Saúde”.

“No meu caso particular, pelo meu histórico de atleta, caso fosse contaminado com o vírus, não precisaria me preocupar. Nada sentiria ou seria, quando muito, acometido de uma gripezinha ou resfriadinho, como disse aquele famoso médico daquela famosa televisão. Enquanto estou falando, o mundo busca um tratamento para a doença.”

No pronunciamento, Bolsonaro disse que os meios de comunicação espalharam “pavor” e provocaram “histeria” no país.

“Grande parte dos meios de comunicação foram na contramão. Espalharam exatamente a sensação de pavor, tendo como carro chefe o anúncio do grande número de vítimas na Itália. Um país com grande numero de idosos e com o clima totalmente diferente do nosso. O cenário perfeito, potencializado pela mídia, para que uma verdadeira histeria se espalhasse pelo nosso país”, afirmou.

De acordo com o presidente, “percebe-se que, de ontem para hoje, parte da imprensa mudou seu editorial, pedem calma e tranquilidade. Isso é muito bom. Parabéns, imprensa brasileira. É essencial que o bom senso e o equilíbrio prevaleçam entre nós”.

Íntegra

Leia abaixo e veja no vídeo acima a íntegra do pronunciamento:

Boa noite.

Desde quando resgatamos nosso irmãos em Wuhan na China numa operação coordenada pelos ministérios da Defesa e Relações Exteriores surgiu para nós o sinal amarelo. Começamos a nos preparar para enfrentar o coronavírus, pois sabíamos que mais cedo ou mais tarde ele chegaria ao Brasil.

Nosso ministro da Saúde reuniu-se com quase todos os secretários de Saúde dos estados para que o planejamento estratégico de enfrentamento ao vírus fosse construído.

E, desde então, o doutor Henrique Mandetta vem desempenhando um excelente trabalho de esclarecimento e preparação do SUS para o atendimento de possíveis vítimas.

Mas o que tínhamos que conter naquele momento era o pânico, a histeria e, ao mesmo tempo, traçar a estratégia para salvar vidas e evitar o desemprego em massa. Assim fizemos, contra tudo e contra todos.

Grande parte dos meios de comunicação foram na contramão. Espalharam exatamente a sensação de pavor, tendo como carro-chefe o anúncio do grande número de vítimas na Itália, um país com grande número de idosos e com o clima totalmente diferente do nosso. O cenário perfeito, potencializado pela mídia, para que uma verdadeira histeria se espalhasse pelo nosso país.

Percebe-se que, de ontem para hoje, parte da imprensa mudou seu editorial, pedem calma e tranquilidade. Isso é muito bom. Parabéns, imprensa brasileira. É essencial que o bom senso e o equilíbrio prevaleçam entre nós.

O vírus chegou, está sendo enfrentado por nós e brevemente passará. Nossa vida tem que continuar. Os empregos devem ser mantidos. O sustento das famílias deve ser preservado. Devemos, sim, voltar à normalidade.

Algumas poucas autoridades estaduais e municipais devem abandonar o conceito de terra arrasada, a proibição de transportes, o fechamento de comércios e o confinamento em massa.

O que se passa no mundo tem mostrado que o grupo de risco é o das pessoas acima dos 60 anos. Por que fechar escolas? Raros são os casos fatais de pessoas sãs com menos de 40 anos de idade. Noventa por cento de nós não teremos qualquer manifestação caso se contamine.

Devemos sim é ter extrema preocupação em não transmitir o vírus para os outros, em especial aos nosso queridos pais e avós, respeitando as orientações do Ministério da Saúde.

No meu caso particular, pelo meu histórico de atleta, caso fosse contaminado com o vírus, não precisaria me preocupar. Nada sentiria ou seria, quando muito, acometido de uma gripezinha ou resfriadinho, como disse aquele famoso médico daquela famosa televisão.

Enquanto estou falando, o mundo busca um tratamento para a doença. O FDA americano e o hospital Albert Einstein, em São Paulo, buscam a comprovação da eficácia da cloroquina no tratamento do Covid-19. Nosso governo tem recebido notícias positivas sobre esse remédio fabricado no Brasil e largamente utilizado no combate à malária, ao lúpus e à artrite.

Acredito em Deus, que capacitará cientistas e pesquisadores do Brasil e do mundo na cura dessa doença. Aproveito para render minha homenagem a todos os profissionais de saúde: médicos, enfermeiros técnicos e colaboradores que na linha de frente nos recebem nos hospitais, nos tratam e nos confortam.

Sem pânico ou histeria, como venho falando desde o princípio, venceremos o vírus e nos orgulharemos de viver nesse novo Brasil que tem, sim, tudo para ser uma grande nação. Estamos juntos, cada vez mais unidos.

Deus abençoe nossa pátria querida.

G1

Daniel Lenhart foi o nono eliminado do Big Brother Brasil 20 na Berlinda realizado na noite desta terça-feira (24). O gaúcho da cidade de Selbach disputou a preferência popular com a modelo mineira Ivy e a cantora Flayslane, e levou a pior. O ator saiu com índice alto de rejeição para um Paredão triplo: 80,82%.

Daniel foi colocado no paredão após ser o primeiro a sair na última prova do líder, de resistência. Já Flayslane foi escolha da líder Thelma. Felipe Prior foi o mais votado pela casa, com cinco votos, e teve que puxar seu oponente, colocando Ivy na disputa. Chamado por sua torcida de “El Mago”, o arquiteto se safou na prova bate-volta.

Do céu ao inferno
Daniel tem 22 anos. Aos 16 saiu de Selbach, no Rio Grande do Sul, onde nasceu, para tentar a sorte no Rio de Janeiro. Ele foi acompanhado do irmão gêmeo Tadeu, para perseguir o sonho de ser ator. Também trabalha como modelo.

A popularidade de Daniel nem sempre esteve tão em baixa. Durante sua permanência na Casa de Vidro, o ator e a modelo mineira Ivy, eram os mais queridos e foram os escolhidos pelo público para entrar de vez no confinamento do BBB20. Ao encontrar os novos adversários, as informações trazidas de fora acabaram por mudar completamente o jogo dos participantes, que descobriram quem eram os favoritos e, até então, os vilões da disputa.

A partir daí, as escolhas de aproximação de Daniel, como o romance com Marcela, e a amizade de Ivy com Gizelly, passaram a ser julgadas como oportunismo. Isso porque os dois deixaram de fora de seus círculos personagens não mencionados pelos visitantes da Casa de Vidro como Thelma e Babu — rejeição considerada racismo por parte dos espectadores.

As brigas de Daniel com Prior e Babu, por conta da perda diária de estalecas, desperdício de água e comida, também fizeram o público pegar birra do gaúcho. Somado à maneira como reage à críticas, com pulos e gritos, o temperamento do participante foi um prato cheio para os haters.

WSCOM